
Voltei aqui, diga-se, porque um amigo desafiou-me,"tenta descobrir o que é que te está a impedir de fazer aquilo que te dá prazer". E eu que não quero pensar, que não quero dar importância às coisas, que não pretendo "estar doente dos olhos", como dizia o Mestre. E ele veio dizer-me estas coisas, desapaziguando a minha alegre casinha. Anyway, já tenho essa resposta, H. Paixão. A falta dela.
E com esse pensamento, num raciocínio sem nenhum encadeamento racional, descobri outro medo. De ficar sozinha, de não pertencer a ninguém. De morrer sem ter amado, com maiúscula, sem ter sido amada outro tanto. De não provar o meu final de tarde afogada em braços, embalada na voz, embriagada em cheiros, adormecida em peito, dedos por entre os meus cabelos, "chegaste a casa".
Como entendo!
ReplyDeleteQue (boa) surpresa, um comentário teu!
ReplyDeleteBem-vinda! :)
É sempre bom ler-te.
Quanto ao post de (re)abertura, procura o amor dentro de ti, o amor por ti, teu. Quando conseguires isso, a maioria desses medos que referes caiem por terra.
Acho eu. :)
Boa sorte, do fundo do coração.
ReplyDeletea escrita deve dar-nos prazer...
ReplyDeleteescreva sempre!
abraço