
Todas as pessoas que me conhecem sabem o quão tacitamente me oponho ao saudosismo exacerbado com que a minha geração se refere aos anos oitenta. Sim, assumo que foi uma década excepcional, no bom e no mau sentido, mas há que viver o século vinte e um!
Fui, no entanto, apanhada de surpresa pelo conteúdo de um CD antigo que, sem mais nem porquê, começa-me a tocar o Drive dos Cars. Caramba! E não que esta música ainda me provoca arrepios na pele? A meu desfavor há a dizer que o século vinte e um não tem, garantidamente, isto, este quê de tortura emocional agarrada ao jogo da sedução.
Tenho saudades de dançar um slow dance assim, à meia luz, colada corpo a corpo, dois braços cingindo um pescoço e outros dois desenhando uma cintura, quatro joelhos semi-flectidos e outros tantos pés quase imóveis.
Those were the days...
Fui, no entanto, apanhada de surpresa pelo conteúdo de um CD antigo que, sem mais nem porquê, começa-me a tocar o Drive dos Cars. Caramba! E não que esta música ainda me provoca arrepios na pele? A meu desfavor há a dizer que o século vinte e um não tem, garantidamente, isto, este quê de tortura emocional agarrada ao jogo da sedução.
Tenho saudades de dançar um slow dance assim, à meia luz, colada corpo a corpo, dois braços cingindo um pescoço e outros dois desenhando uma cintura, quatro joelhos semi-flectidos e outros tantos pés quase imóveis.
Those were the days...
... já me sinto a dançar :)
ReplyDeleteBom fim-de-semana!
Beijinho grande
Sim, eu sou um "saudosista exacerbado" dos anos 80 :P mas concordo: é preciso viver o século XXI - mas podemos vivê-lo indo buscar todos os bons sentimentos de há 20 anos e que hoje se perderam: sim, tal como este "quê de ternura"... isso não me assusta: conforta-me :D
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