E porque um senhor disse um dia que não podemos fazer sempre as mesmas coisas e esperar dali um resultado diferente. E não é por ignorar o inevitável que ele se vai transformar em algo maravilhoso. Odeio perguntas, daquelas que me obrigam a falar, detesto confrontos, daqueles que me forçam a pensar.. e toda a gente sabe que de grandes raciocínios nunca sai nada de positivo. Sim, é doloroso tentar fazer contas que, apesar de levarem sempre com um expoente megalómano, resultam sempre numa desapontante subtracção. E se me obrigam a pensar, não posso ser inerte ou inconsequente. Tenho de agir sobre um assunto, agir contra o meu instinto, contra o meu afecto, renegar a minha emoção, tenho de fazer qualquer coisa em favor do amor-próprio, que os amigos não perdoam essas merdas.
E faz doer esse corolário mal testado sobre o qual afinal fixamos fundações e nos atiramos para a frente.
E faço para mim uma pergunta surda, à qual nem me dou ao trabalho de responder.. Diz uma voz baixinho, está na hora.
Odeio não poder confiar em mim para tomar decisões. E o meu erro foi acreditar que podia.
[num sussurro gentil] vamos embora, está na hora…
ReplyDeleteLet's!
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