Vamos assumir que as coisas são mesmo assim. Que devemos desistir. Que temos de desconstruir, tijolo a tijolo, a casa que já tinha alguma dimensão. Vamos deitar isto fora. Vamos matar as pessoas. Vou acreditar nas palavras que não se podem desdizer. Que não tenho o que é preciso para ser a última.
Lamento. As coisas boas - tão boas - não sobrevivem a isto. As palavras fazem mossa. Hoje é o dia em que eu decido não me por a jeito para estas amolgadelas. Fiz o luto.
E fecho a porta.
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