Não sinto nada. Que estranho. Sinto-me dormente. Ausente. Impassível. Intangível. Nada é surpreendente. Já tinha visto isto a acontecer. Tudo à minha frente. A única coisa que resta decidir é como vou agir sobre isto. Não posso ficar passivamente a cair num ciclone de negatividade. Não pode ser. Tenho de me fazer à vida. Já me fui desfazendo de algumas coisas. Há outras que não têm desfazia possível. Sangue e amor, isso não se descarta.
O resto, terá de ficar pelo caminho…
Não vou chorar, não vou chorar, não vou chorar.
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